Há 14 anos
terça-feira, 30 de junho de 2009
I wish
gostava tanto, tanto, tanto de ser organizada e empenhada e responsável e assim essas qualidades que tanta falta fazem, como ... ... ... ... ... ... ... EU ERA, QUANDO ERA PEQUENINA!Eu fui uma criança responsável e organizada, capaz de orgulhar qualquer mãe, avó e professora, e tornei-me numa adulta completamente desorientada, qualquer dia perco-me no meu próprio quarto.
Playboy, um tema extremamente valorizado
Não é um tema muito interessante, mas vou falar disto porque acho curioso como, por esta blogoesfera fora, quase todos os bloggers falam disso. Não percebo muito das edições da revista no estrangeiro, mas ao que parece, e, dadas as muitas críticas à recém criada versão portuguesa, as ditas estrangeiras devem ser um espectáculo de luxúria, charme e elegância. Enfim, e ao que parece a portuguesa não! As fotografadas não são assim tão espectaculares, quase não se sabe o que fazem da vida. As mulheres portuguesas mais desejadas dificilmente o farão. Opinar sobre a qualidade do trabalho é coisa que não tenho muita legitimidade para fazer, nunca vi as edições estrangeiras, quanto à portuguesa a primeira capa era horrível e folhear só vi uma, e de facto, o que vi não era nada de extraordinário, artísticamente, se fosse lésbica talvez achasse mais piada. Só me faz espécie, uma coisa: tendo em conta que sai todos os meses...daqui a pouco não há famosas portuguesas para se despirem...
Autógrafos
Agora que morreu o Michael Jackson há uma boa hipótese de negócio: vender no e-bay autógrafos ou qualquer coisa que alguém tenha conseguido do cantor. Está valorizado, com tanto fã doidinho para conseguir uma recordação, até se podem subir preços!!! Pergunto-me para que servirão os autógrafos? Nunca percebi muito bem, se bem que, também pedi dois. Quando tinha 8 anos pedi autógrafos aos Onda Choc, e uns anos depois pedi ao Hugo Leal (acho que é assim que se chama...) quando ele jogava no Benfica. Portanto, nunca vou poder vender estes autógrafos que consegui. Acho que não haverá interessados.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
palavras de outrém que se aplicam ao meu caso...
"O telemóvel deixou de ser um objecto essencial para mim. Desde há algum tempo que me esqueço dele na mala, em casa e ao longo do dia nem me lembro sequer que existe. Só muito de vez em quando acontece estar a remexer na mala e lembrar-me do dito cujo e lá reparo que tenho uma ou outra mensagem ou alguma chamada não atendida. É que depois tenho a mania de o ter sempre no silêncio... não gosto de ouvir telemóveis a tocar em público e evito fazê-lo.Talvez me preocupe pouco porque sei que está ali, caso precise dele. Mesmo assim, acho que não me faz grande falta nos dias que correm. Não é um objecto indispensável, pelo menos."
retirado de: http://dias-assim.blogspot.com/
É bom saber que não sou a única "distraída" com o telemóvel...
Nota
Michael, Latoya e Janet Jackson têm os três o nariz parecido! Poderia ser por serem irmãos, mas acho que é mesmo prova de que recorreram ao mesmo cirurgião plástico.
domingo, 28 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Prisões

Haverá vida mais triste do que a vida destes peixes? Saiem de uma loja, de um aquário grande onde viviam com muitos peixes, dentro de um saco de plástico transparente, para se mudarem para um objecto circular de vidro minúsculo. Quando é altura de limpezas do aquário lá se mudam para um recipiente minúsculo qualquer durante uns minutos, e, depois voltam para a sua minúscula casa. Ainda bem que têm memória de Dóri...porque lembrar disto...
Tive dois peixes destes quando era pequena. Coitadinhos. Morreram. Duraram muito pouco tempo nas minhas mãos. Uma manhã, quando acordei, passei pelo aquário e lá estava um...mortinho. Boiava à superfície com uma pinta preta, passado um dia ou dois o outro estava no mesmo estado. Era pequena, tinha ouvido falar no monstro do cancro há pouco tempo, e foi essa, para mim a causa da morte dos meus peixes. Dizia a todos os adultos que os meus peixinhos morreram de cancro.
terça-feira, 23 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Mulheres=Homens de acção...
Bem, normalmente toda a gente diz o contrário. Mulheres complicadas, paranóicas, etc...
"Quando me perguntam o que acho das mulheres, a minha inclinação natural é responder como um arguido: "Nada a declarar." Acho preferível exercer o meu direito ao silêncio, não vá alguém usar contra mim algumas das minhas palavras. Todo o homem é isso mesmo, começa como arguido diante das mulheres. Precisa de provar para não ser condenado.Por isso, sempre achei que o segredo do negócio é dizer pouco e escutar muito. Se sei alguma coisa sobre as mulheres, é o mesmo que sei sobre economia: sei que devia saber mais. Mas não sei. E o que sei é mais ou menos o que irei repetir aqui. É o seguinte. Toda a mulher - bela, feia, mediana, celestial, não importa - é, como dizia Cesare Pavese, um "homem de acção". Pavese teve uma paixão funérea (por uma americana que o chutou para canto) e disse que as mulheres são "homens de acção". Não acabou bem: matou-se. Os seus diários estão cheios dessa necessidade de perceber as mulheres, de prever as mulheres - e as mulheres, já se sabe, não querem nada muito transparente que logo se cansam. Pavese até sabia e foi por saber que se lixou.De qualquer maneira, o que importa é essa visão realista sobre as mulheres: as mulheres como criaturas menos falíveis, menos lunáticas do que os homens, as mulheres dotadas de maior pragmatismo e lucidez que os do "outro lado".Para as mulheres, não existem abstracções. Por exemplo, não existe o Homem mas homens concretos e mulheres concretas. Existe o pai, o irmão ou, desculpem o termo, o companheiro; nunca o membro insípido e distante da espécie. Depois, reparem que as mulheres, que nunca fizeram muitas revoluções, nunca fizeram, sobretudo, revoluções inúteis. O sufragismo foi uma revolução útil. As feministas empenhadas sabiam que não estavam a contemplar a terrífica exploração masculina para ocupar tempo. Queriam uma nova revolução para alcançar algo novo e importante. Elas não trabalham de borla. Quando os soldados portugueses partiram para a Flandres na primeira Guerra Mundial, as mulheres portuguesas organizaram peditórios públicos. Não era generosidade. Não eram tempos livres. Era o imenso pragmatismo feminino a acontecer. Pensem num dos casais mais célebres de todos os tempos, Xantipa e Sócrates. Quem era Xantipa? Discutia Parménides com o marido? Nada disso importa. Porque Xantipa sabia mais do que Sócrates, é o que vos digo. E talvez olhasse para o pobre com algum compassivo desprezo. As mulheres não querem saber o que são as coisas. Não são filósofas. Querem perceber antes como funcionam e o que se pode fazer com elas. Querem saber como fazer. O "como" é o que lhes interessa. São homens de acção à espera de uma batalha."
"Quando me perguntam o que acho das mulheres, a minha inclinação natural é responder como um arguido: "Nada a declarar." Acho preferível exercer o meu direito ao silêncio, não vá alguém usar contra mim algumas das minhas palavras. Todo o homem é isso mesmo, começa como arguido diante das mulheres. Precisa de provar para não ser condenado.Por isso, sempre achei que o segredo do negócio é dizer pouco e escutar muito. Se sei alguma coisa sobre as mulheres, é o mesmo que sei sobre economia: sei que devia saber mais. Mas não sei. E o que sei é mais ou menos o que irei repetir aqui. É o seguinte. Toda a mulher - bela, feia, mediana, celestial, não importa - é, como dizia Cesare Pavese, um "homem de acção". Pavese teve uma paixão funérea (por uma americana que o chutou para canto) e disse que as mulheres são "homens de acção". Não acabou bem: matou-se. Os seus diários estão cheios dessa necessidade de perceber as mulheres, de prever as mulheres - e as mulheres, já se sabe, não querem nada muito transparente que logo se cansam. Pavese até sabia e foi por saber que se lixou.De qualquer maneira, o que importa é essa visão realista sobre as mulheres: as mulheres como criaturas menos falíveis, menos lunáticas do que os homens, as mulheres dotadas de maior pragmatismo e lucidez que os do "outro lado".Para as mulheres, não existem abstracções. Por exemplo, não existe o Homem mas homens concretos e mulheres concretas. Existe o pai, o irmão ou, desculpem o termo, o companheiro; nunca o membro insípido e distante da espécie. Depois, reparem que as mulheres, que nunca fizeram muitas revoluções, nunca fizeram, sobretudo, revoluções inúteis. O sufragismo foi uma revolução útil. As feministas empenhadas sabiam que não estavam a contemplar a terrífica exploração masculina para ocupar tempo. Queriam uma nova revolução para alcançar algo novo e importante. Elas não trabalham de borla. Quando os soldados portugueses partiram para a Flandres na primeira Guerra Mundial, as mulheres portuguesas organizaram peditórios públicos. Não era generosidade. Não eram tempos livres. Era o imenso pragmatismo feminino a acontecer. Pensem num dos casais mais célebres de todos os tempos, Xantipa e Sócrates. Quem era Xantipa? Discutia Parménides com o marido? Nada disso importa. Porque Xantipa sabia mais do que Sócrates, é o que vos digo. E talvez olhasse para o pobre com algum compassivo desprezo. As mulheres não querem saber o que são as coisas. Não são filósofas. Querem perceber antes como funcionam e o que se pode fazer com elas. Querem saber como fazer. O "como" é o que lhes interessa. São homens de acção à espera de uma batalha."
in Jornal i, por Pedro Lomba, Publicado em 06 de Junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Audrey
ser saudável é uma chatice
Comer frutinhas e vegetais faz muitíssimo bem mas é uma chatice. Na alimentação está tudo mal. O que faz bem deveria ser mau, o que faz mal deveria ser saudável.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Santo Antoninho
Santo Antoninho tu vê lá se não te esqueces de mim,
olha que eu vou lá estar na tua noite.
Santo Antoninho fico à espera que me tragas novidades, mas das boas porque de merda estou eu farta.
olha que eu vou lá estar na tua noite.
Santo Antoninho fico à espera que me tragas novidades, mas das boas porque de merda estou eu farta.
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